RITUAIS DO VINHO

Muito se fala sobre os rituais do vinho. Devemos segui-los, ou é melhor deixar tudo isso de lado e beber o vinho como desejamos?

Confesso que essa questão polêmica já me causou alguns desafetos!

Mas acredito que os rituais fazem parte da vida, são eles que dão graça às coisas. Pequenos detalhes que produzem grandes diferenças, como é o caso, por exemplo, da comida japonesa. Se você já teve a oportunidade de ir a um restaurante japonês, com certeza ficou encantado com todos os rituais que rondam uma simples refeição! E aí, como você se sentiu? Teve vontade de participar e aprender, ou simplesmente resolveu fazer do seu jeito?

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Quando percebemos essas sutilezas, podemos nos permitir seguir em frente e curtir cada passo, dar valor aos rituais e usufruir deles com muito prazer!

Na verdade muitos, são também regras que nos ajudam a desfrutar de maneira mais completa e harmônica das coisas. Eles são como um guia para aproveitarmos melhor aqueles momentos ou aquele produto.

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Por isso, vamos conversar sobre cada um deles e entender a sua importância, ao final, com certeza você ficará feliz com o que aprendeu e poderá degustar um bom vinho “comme il faut” (expressão francesa que significa corretamente).

Rituais do vinho

  1. Como escolher o vinho?

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Eis aqui o primeiro dos rituais. A escolha do vinho está relacionada a muitos fatores, como por exemplo, o clima: se estiver quente, escolha um branco ou um vinho espumante, e para os dias frios, nada melhor que um bom tinto. Além disso, pense na ocasião.  Saber se é um almoço de negócios, um jantar romântico ou a comemoração de uma promoção, ajuda a escolher o vinho mais adequado. Seja qual for o motivo, procure o vinho mais significativo para esse momento. Outra dica importante é harmoniza-lo com a comida. Você já ouviu a expressão “nasceram um para o outro”? Pois acredite, os pares perfeitos também habitam o universo de Baco, e quando isso acontece, ou seja, quando conseguimos uma harmonização perfeita, é realmente mágico. Algumas de tão incríveis, se perpetuaram, como é o caso das ostras com vinhos Chablis, ou do queijo Roquefort com Vinho do Porto, e do Foie Gras com Vinho Sautérnes…

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 Mas para praticar esse ritual, aqui vão algumas regrinhas que podem ajudar, e muito!

1. Você pode harmonizar por semelhança, ou seja, se a comida for doce, o vinho também deve ser bem doce, se tiver um toque cítrico, combine com vinhos de acidez intensa, vívidos (regra geral brancos e jovens).

2. Por contraste: quando o vinho irá equilibrar o prato compensando os ingredientes, por exemplo, um prato com untuosidade e gordura (picanha grelhada)  precisa de um vinho que “seque a gordura”, pode ser um vinho tinto como o Malbec, que tem tanino que é o elemento chave para enxugar a gordura.

Estas são alguma sugestões, mas você pode fazer as suas próprias experiências.

Logo falaremos dos outros rituais.

Cheers.

Por Daniella Romano

2 comentários Adicione o seu

    1. selo7s disse:

      Obrigada, Álvaro!

      Curtir

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